Ganhar, gastar, guardar

por Denyse Godoy

 

Investimentos

Bradesco cria o primeiro fundo de investimento em ações de empresas americanas negociadas no Brasil

O banco Bradesco começa a vender amanhã as quotas do primeiro fundo de investimento em empresas americanas que são negociadas na BM&FBovespa.

Das cerca de 70 corporações dos EUA já lançadas na Bolsa brasileira, dez farão parte do novo produto: Oracle, Walt Disney, McDonald’s, Caterpillar, Apple, American Express, General Electric, Walmart, Merck e Colgate Palmolive.

"Trata-se de uma alternativa interessante de diversificação de portfólio. O investidor poderá, dessa maneira, aplicar em setores que ainda não estão representados por companhias nacionais, como o de entretenimento e comunicação", explica Joaquim Levy, diretor da gestora Bradesco Asset Management.

Tais gigantes fizeram-se presentes no mercado local por meio de um título chamado BDR, Brazilian Depositary Receipt, um comprovante de que as ações propriamente ditas, emitidas na Bolsa de Nova York, encontram-se sob a guarda de uma instituição financeira designada.

Até o momento, esses ativos somente estavam ao alcance de quem possuía um patrimônio de ao menos R$ 1 milhão aplicado, os chamados investidores super qualificados (pessoas físicas ou jurídicas).

A restrição se dá por norma da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), autarquia que fiscaliza o segmento. Como as transações são indiretas –por BDRs e não ações exatamente–, as empresas não precisam seguir as regras brasileiras, então o órgão regulador achou por bem limitar o acesso aos títulos a quem em teoria possui mais informação e experiência em Bolsa de Valores.

Entretanto, desde que os papeis começaram a ser lançados, em outubro de 2010, os bancos do país dizem que pretendem trazê-los para perto dos investidores de menor porte interessados em colocar uma parte dos seus recursos em companhias americanas. A BM&FBovespa também vê os BDRs como parte relevante da estratégia para popularizar o mercado acionário, já que os nomes famosos atraem os jovens. 

O fundo –exclusivamente de ações– criado pelo Bradesco começa a abrir caminho: destina-se a clientes que são investidores ditos qualificados, ou seja, que possuem pelo menos R$ 300 mil guardados.

O primeiro aporte deve ser de R$ 10 mil; os adicionais, de R$ 1.000 no mínimo. A taxa de administração fica em 2,5% ao ano.

"Em todas as ocasiões, antes de fazer uma aplicação financeira, o investidor já responde a um questionário que traça o seu perfil, para que seja orientado a respeito dos produtos adequados aos seus objetivos e ao risco que consegue correr", diz Marcos Daré, diretor do segmento Prime (de alta renda) do Bradesco. "Nossos gestores estarão sempre disponíveis para prestar todos os esclarecimentos aos clientes. Recebemos um grande voto de confiança do regulador."

Não há previsão de estruturação de um fundo que aceite investidores realmente pequenos.

Os investidores menores deveriam poder aplicar nesses papeis de empresas americanas? Deixe um comentário! Sorriso

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Escrito por Denyse Godoy às 21h16

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Por que o dólar não é investimento

A notável alta das cotações entre setembro e dezembro do ano passado reavivou na lembrança de muitos brasileiros os tempos em que se usava o dólar como investimento ou proteção contra a inflação meados da década de 1980.

Mas há tempos tal estratégia não funciona, por um motivo simples: no longo prazo, a divisa dos EUA perde valor em relação ao real.

Um estudo divulgado hoje serve como argumento definitivo nessa discussão. Segundo levantamento do Instituto Assaf, no período de 2001 a 2011, a aplicação na moeda americana foi a única que deu prejuízo, de 53,83%, já considerando a inflação.

Quem colocou seu dinheiro em títulos públicos se deu melhor: ganhou 183,91%. Em segundo lugar, ficou o ouro outra opção que na realidade não é recomendada para o pequeno poupador com 131%; em terceiro, o DI, com 104,45%.

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Escrito por Denyse Godoy às 19h48

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Opine sobre a atuação das agências de classificação de risco no Brasil

Na distribuição de culpas pela crise de 2008 nos EUA, as agências de classificação de risco levaram a sua parte.

Responsáveis por avaliar a sanidade de empresas e aplicações e fornecer pareceres para auxiliar investidores nas suas decisões, essas consultorias privadas foram acusadas de negligência no seu serviço por certificarem como de boa qualidade ativos podres, os quais acabaram virando pó na mão de quem os havia comprado.

Por isso, diversas nações têm lançado propostas para regular melhor a sua operação.

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão que organiza e supervisiona o funcionamento do mercado de capitais no Brasil, abriu no finalzinho do ano passado uma consulta ao projeto de normatização da atuação das agências no país.

As regras dizem respeito à divulgação de estudos sobre clientes e outros aspectos da atividade, a fim de evitar práticas como a chamada "rating shopping", quando uma companhia contrata várias instituições e só adota a nota maior.

E por que o pequeno investidor deveria dar a sua opinião sobre o assunto?

Responde Flavia Mouta Fernandes, superintendente de desenvolvimento de mercado da CVM: "O principal objetivo da iniciativa é aumentar a transparência das informações apresentadas pelas agências. Os relatórios elaborados por tais instituições são referência tanto para quem administra seus recursos por conta própria como pelos gestores de fundos. Frisamos, porém, que essas análises são apenas um instrumento a utilizar na avaliação de oportunidades de investimento".

Para participar, é preciso consultar a minuta de instrução no site http://www.cvm.gov.br/port/infos/Comunicado%20ao%20mercado%20ratings%2022-12-2011.asp e enviar as sugestões pelo email audpublica1611@cvm.gov.br.

A audiência pública vai até 23 de janeiro.

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Escrito por Denyse Godoy às 23h40

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Questionário de perfil do investidor será obrigatório a partir de 2012 – Dê sua opinião!

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários), autarquia que supervisiona o funcionamento do mercado financeiro, abriu hoje uma consulta pública para recolher ideias para o projeto que tornará obrigatória, a partir de 2012, a colocação do questionário de perfil do investidor (no jargão do setor, suitability) aos interessados em fazer aplicações financeiras. A audiência termina em 13 de fevereiro.

Atualmente, essa análise prévia já é realizada voluntariamente por algumas instituições –bancos e corretoras de valores– como prática de auto-regulação.

Antes de alocar seus recursos nos produtos existentes, o cliente é indagado a respeito dos montantes de que dispõe, dos seus objetivos, da sua tolerância ao risco.

Dessa forma, dá para descobrir se tem personalidade mais conservadora, moderada ou agressiva e se pode sugerir as ferramentas apropriadas.  

Com a tendência de redução dos juros de referência da economia pelo Banco Central, a CVM espera maior procura por investimentos arrojados, e daí a decisão de ampliar a avaliação.

Quando a nova resolução entrar em prática, no primeiro trimestre do ano que vem, todos os intermediários autorizados a negociar aplicações –incluindo analistas, consultores e administradores de carteiras– terão que fazer as perguntas aos clientes e se comprometer a somente lhes apresentar opções condizentes com a sua índole.

Os gestores precisarão estabelecer procedimentos internos de controle dessa medida e indicar um diretor responsável pelos procedimentos. 

"Caso o órgão detecte uma movimentação de pessoa física à primeira vista incompatível com o seu perfil, pedirá explicações à instituição de como o portfólio foi montado", diz Marcos Galileu Dutra, gerente de análise de negócios da CVM. "A intenção é reduzir as ofertas inadequadas e proteger o investidor."

Optando por um produto diferente do seu estilo, o cliente assinará um documento manifestando a sua concordância –que protege a instituição de reclamações posteriores. 

O rascunho da resolução está no endereço http://www.cvm.gov.br/port/audi/ed1511sdm.pdf. Comentários devem ser enviados pelo endereço eletrônico audpublica1511@cvm.gov.br.

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Escrito por Denyse Godoy às 22h10

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O que acontece com o investidor de uma corretora de valores fechada pelas autoridades

O Banco Central decretou hoje a liquidação extrajudicial da São Paulo Corretora de Valores, uma pequena firma sediada na capital paulista.

A não ser que tenha havido fraude, o investidor que negociou ações por meio de instituições impedidas pelas autoridades de continuar atuando não sofre danos.

Os papeis adquiridos na Bolsa de Valores ficam guardados na Central Depositária da CBLC (Câmara Brasileira de Liquidação e Custória) e não nas intermediárias.

Então, caso a sua corretora seja fechada, o cliente deve aguardar chamado da BM&FBovespa para transferir seus negócios a outra entidade.

Não se costuma deixar dinheiro parado na conta aberta na instituição. Mas, havendo saldo residual no momento da intervenção, as perdas são cobertas até o limite de R$ 70 mil pelo Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos, um instrumento do mercado que funciona como seguro nessas situações.

Aí, é necessário esperar a convocação realizada pelo liquidante –um técnico do BC–, que primeiro investigará a corretora a fim de entender a extensão dos problemas.

O BC informa que, a respeito da São Paulo Corretora de Valores, essa análise ainda não foi finalizada, por isso não é possível saber maiores detalhes da posição da firma.

Em última instância, a saída é a Justiça.

Para evitar surpresas desagradáveis, é essencial que o investidor confira sempre as suas notas de corretagem, seus ANAs (Avisos de Negociação de Ativos) e extratos de custódia –os dois últimos, enviados pela Bolsa– e questione a corretora se surgirem dúvidas sobre as operações.

Escrito por Denyse Godoy às 18h10

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"Nossas normas são exemplos", diz primeiro brasileiro a chefiar associação mundial de fundos

               Divulgação

Eduardo Penido, novo presidente da IIFA

Tendo atravessado incólume a crise econômica global que eclodiu em 2008, o sistema financeiro do país coleciona elogios. O último veio da IIFA (Associação Internacional de Fundos de Investimento, da sigla em inglês), que, na sua última conferência mundial, realizada em setembro, escolheu pela primeira vez um brasileiro como presidente.

"Trata-se de um sinal inequívoco da maturidade do nosso mercado. As normas que seguimos são exemplares", diz o eleito, Eduardo Penido, membro dos comitês de Fundos de Ações e Multimercados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e sócio-diretor da Opportunity Gestora de Recursos.  

Com as nações menos avançadas nesse setor, o executivo pretende dividir as boas experiências locais na auto-regulação e na regulação --falhas nesses mecanismos levaram às turbulências que o mundo ainda não conseguiu superar, segundo os estudiosos.  

Leia a seguir trechos da entrevista que Penido concedeu a esta coluna.

*

Folha - Quais regras brasileiras poderiam ser modelos para outros países?
Eduardo Penido – No mundo inteiro, a partir de 2008, percebeu-se a necessidade do fornecimento de informações mais transparentes sobre o sistema e principalmente a importância da auto-regulação –práticas do Brasil há muito tempo. Pela ação da Anbima, cresceu a capacidade de geração de ideias e aumentou também a qualidade do setor.

Porém, a crença excessiva na auto-regulação foi, na avaliação de muitos especialistas, uma das disfunções que deram origem à crise.
A auto-regulação não é suficiente, mas é mais eficiente na fiscalização. Para o organismo que coexiste no mesmo habitat com as instituições, acompanhar o que está acontecendo é mais fácil do que para o regulador.
Não se trata de uma questão de competência, e sim de velocidade. A autoridade reguladora por vezes não consegue captar os movimentos cedo.
Na Anbima, todos nos fiscalizamos reciprocamente, existe grande transferência de informação, e todos os membros devem estar absolutamente engajados no processo.

O que se ouve muitas vezes é que tamanha comunhão na Anbima acaba atrapalhando o debate porque, afinal, existem limites para o compartilhamento de informações entre concorrentes.
Eu me surpreendo ao perceber que, ao se sentarem à mesa, os membros dos comitês conseguem ser objetivos e isentos no intuito de buscar o desenvolvimento da indústria em geral.
Observe que o setor cresceu muito nos últimos anos, atingiu um patrimônio de R$ 1 trilhão, o que não seria possível se os membros não estivessem de mãos dadas nos momentos em que essa é atitude a tomar pelo bem do mercado. Quando saem da sala, claro, começa a briga por espaço. 

Quais são as suas prioridades na presidência da IIFA?
Primeiro, dar um impulso à educação financeira, especialmente nos emergentes. No Brasil, tal conhecimento floresce, assim como na China, pelo crescimento da economia.
Se houve um ponto que uniu todos os 40 países presentes à convenção, foi esse. Mesmo no que diz respeito aos EUA, que são avançados nesse sentido.
Trabalharemos para ajudar os países cujo setor de fundos ainda está começando, como a Índia. Eles não precisam cometer os erros que cometemos.
Queremos fortalecer, ainda, a comunicação com os legisladores e reguladores.

Qual é o papel das autoridades, exatamente?
Como eu disse, a regulação é importantíssima, é a base.
No entanto, não pode ultrapassar as barreiras e coibir a inovação, a criação de novos produtos. No momento em que a legislação sufoca, o mercado é sufocado.
Queremos que o regulador debata com o mercado, para a manutenção da qualidade do setor e que as novas ideias tenham espaço.
É muito diferente de ser contra a regulação. 
Aliás, o sistema brasileiro funciona tão bem justamente porque esse diálogo se dá maravilhosamente. A instituição da audiência pública pela CVM [Comissão de Valores Mobiliários] trouxe resultados surpreendentes para a qualidade da regulação: as normas já saem corretas, sem problemas, todos os lados saem ganhando. É um dos expedientes que a indústria de fundos brasileira tem a ensinar aos demais.

Como o setor ainda pode evoluir no Brasil?
Vejo boas oportunidades na atração de capital estrangeiro, facilitando a vinda desses recursos de longo prazo. Essa á uma condição para o crescimento do país nas próximas décadas.

Das reclamações que o investidor brasileiro tem em relação aos fundos, a primeira diz respeito à taxa de administração. Será que os gestores não poderiam então se unir para baixar essas tarifas? Certamente haveria uma benefício para o mercado em geral.
O país também tem uma vantagem nessa parte, porque as informações sobre as cotas são publicadas já descontando as taxas, o que facilita a comparação entre os produtos. 
Não há reserva de mercado, a concorrência funciona muito bem. Quem não está contente vai embora, mais de 90% dos fundos brasileiros têm liquidez diária, ou seja, o cotista pode resgatar seu dinheiro diariamente.
As taxas no Brasil vêm caindo, naturalmente, porque também se espera a queda dos juros, e chegará ao patamar que acho correto.
Porém, é bom frisar que o serviço oferecido ao cotista, serviço esse remunerado pela taxa, não custa barato. É caro contratar os melhores profissionais para dar a melhor gestão ao dinheiro. Não se trata de um trabalho trivial e simples.

A maior parte dos fundos sofisticados, como os que aplicam em ações de empresas estrangeiras negociadas na Bolsa brasileira (BDRs não patrocinados) não está ao alcance dos pequenos investidor brasileiros. Não é exagerada tal proteção?
É fundamental que o pequeno investidor tenha acesso a produtos mais sofisticados. A visão do regulador, entretanto, é que, enquanto tais ferramentas não esteja suficientemente testadas, é melhor não abri-las demais, pois não se sabe o que pode acontecer. Leva um pouco de tempo. Tenho esperança de que depois de um aprendizado inicial seja possível colocar esses fundos em todas as prateleiras.
As atuais normas funcionam --veja, por exemplo, o dispositivo de segurança que dá a possibilidade de fechamento do fundo para resgate em caso de crise profunda. Já foi acionado algumas poucas vezes no Brasil e de fato funcionou para proteger os cotistas de quaisquer assimetrias de informações, evitando que algum investidor saia antes, prejudicando os demais.

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LIVRARIA DA FOLHA

Escrito por Denyse Godoy às 12h07

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RESENHA: Livro ensina quem investe na Bolsa a entender as empresas

A chamada análise técnica é muito mais pop. Vende mais manuais, atrai mais espectadores para cursos.

"Porque parece fácil e rápido simplesmente olhar para um gráfico e ganhar dinheiro na Bolsa de Valores", diz o consultor financeiro e professor José Kobori. "Tem grande apelo para os jovens, que acabam se empolgando. Depois que se machucam e perdem dinheiro é que os investidores buscam compreender melhor os fundamentos das empresas para montar uma carteira de longo prazo."

No seu livro "Análise Fundamentalista", recém-lançado pela editora Campus Elsevier na coleção Expo Money, Kobori defende que a estratégia de se aprofundar nas características e nos planos das companhias abertas é a que melhor consegue corresponder aos desejos de segurança (relativa) e bons rendimentos de quem pretende colocar as suas reservas em ações. "A ideia é efetivamente construir um patrimônio com os papeis", explica.                     

A obra atende tanto quem está partindo do zero quanto os mais experientes, com dicas para facilitar o cálculo dos indicadores de rentabilidade dos papeis. 

Começa abordando o atual ambiente de negócios do Brasil, os principais pilares da política macroeconômica, e explica os conceitos de retorno e das ferramentas para avaliar o potencial de lucro das empresas.

O capítulo que trata das demonstrações financeiras corporativas –que o investidor precisa dominar para conseguir prever com acuidade as suas perspectivas de ganhos-- talvez demande estudos extras, pela complexidade do tema e quantidade de informações.      

Nas partes finais, guia o leitor pela parte prática das avaliações, com abundância de exemplos –um dos seus pontos fortes.

"Quando vai comprar uma casa ou um carro, o consumidor pesquisa exaustivamente até fechar negócio. O investidor, entretanto, adquire uma ação porque alguém indicou, ou porque tal empresa entrou na moda, não pensa muito. O lucro só vem para os que apreendem direito o valor das companhias e a partir daí fazem suas escolhas", frisa Kobori.

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA - Como obter uma performance superior e consistente no mercado de ações
AUTOR: José Kobori
EDITORA: Campus/Elsevier
QUANTO: R$ 45
AVALIAÇÃO: Ótimo



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Escrito por Denyse Godoy às 22h53

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denysegodoy Elaborado pela jornalista Denyse Godoy, o blog trata da economia da vida real.


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